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Acordo para importação de leite em pó da Argentina segue em vigor

22/08/2017 09:14:04 - Por: Assessoria de Comunicação CNA

Os exportadores argentinos continuam com a cota de 54 mil toneladas de leite em pó distribuídas mensalmente durante o período de junho de 2017 a maio de 2018.

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Cumprindo uma das cláusulas previstas no acordo atualmente vigente para importação de leite em pó da Argentina, aconteceu, na última semana, uma reunião de monitoramento para alinhar as expectativas entre os setores privados dos dois países quanto aos volumes de leite em pó comercializados.

Estiveram presentes os representados da Associação das Pequenas e Médias Empresas Lácteas Argentinas (APYMEL), do Centro da Indústria Leiteira da Argentina (CIL), além dos representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário da Casa Civil.

O acordo é estabelecido entre os setores privados de Brasil e Argentina e conta com chancela dos respectivos governos desde 2009, sendo renovado anualmente. Excepcionalmente no ano passado, esse acordo teve seu prazo de duração instituído para dois anos.

O atual acordo, firmado em 2016, foi o ponto central de discussão e, de forma geral, foram abordados assuntos de rotina referentes aos tramites de cumprimento das cotas e dos preços do leite em pó importado da Argentina.

Na pauta, pontos como a necessidade de se ter maior celeridade no processo de liberação das licenças de importação por parte do governo brasileiro e uma análise da atual conjuntura produtiva de leite e do mercado de lácteos dos dois países.

Como encaminhamento, além da manutenção do acordo, que vigorará até maio de 2018, as partes acertaram que os exportadores argentinos continuam com a cota de 54 mil toneladas de leite em pó distribuídas mensalmente durante o período de junho de 2017 a maio de 2018, sendo que os exportadores poderão lançar mão da cota limite de 5 mil ton/mês em meses onde a demanda assim exigir.