Embrapa Pesca e Aquicultura abordará açaí, leite e pescado em festival mundial de divulgação científica Embrapa Pesca e Aquicultura abordará açaí, leite e pescado em festival mundial de divulgação científica

04-09-2020 08:47:48 - Por: Embrapa, Foto: Clenio Araujo

A programação online está marcada para a Semana da Independência, nos dias 8, 9 e 10 de setembro.

Embrapa Pesca e Aquicultura abordará açaí, leite e pescado em festival mundial de divulgação científica
O Pint of Science, festival mundial de divulgação científica em bares e restaurantes, foi parar na tela do computador em 2020, devido à pandemia da Covid-19. A programação online está marcada para a Semana da Independência, nos dias 8, 9 e 10 de setembro e terá edições nacional e local, contando com a participação de 73 cidades das cinco regiões do País.

A programação palmense ocorrerá entre 18h30 e 19h50, para em seguida, todos os participantes acompanharem a versão nacional com a participação de cientistas e divulgadores científicos renomados nacionalmente.

Em Palmas (TO), uma das cinco cidades da Região Norte do país, o evento ocorre pela terceira vez consecutiva. ”Foi uma grande alegria sermos inseridos no Festival. Sabemos das dificuldades em divulgar nossos estudos e resultados e o Pint abre esse caminho, de uma forma mais despojada e envolvente, que desde o início atraíram parceiros e pesquisadores nessa união em propagar o conhecimento cientifico”, avalia Gilson Pôrto, coordenador do evento local.

Segundo Pôrto, a edição online é fruto de parceria entre o Observatório de Pesquisa Aplicado ao Jornalismo e Ensino (Opaje), a Universidade Federal do Tocantins (UFT), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Tocantins (Sindjor-TO) e trará temas variados de pesquisas.

Programação

A programação de Palmas está dividida entre temas afins, sendo o primeiro dia dedicado ao universo agro. A Embrapa Pesca e Aquicultura vai tratar de três assuntos presentes no dia a dia do brasileiro. O primeiro é o açaí. O agrônomo Raimundo Rocha, que trabalha na área de transferência de tecnologia da Embrapa, vai falar sobre mitos e verdades do consumo desse alimento que caiu no gosto da população de todo o país. Confira uma chamada para essa conversa:

Outro tema que a Embrapa vai abordar no festival é o leite, alimento essencial e bastante presente em nosso cotidiano. O zootecnista Cláudio Barbosa, que também trabalha com transferência de tecnologia na empresa, é o responsável pela temática no Pint of Science. Confira no vídeo a seguir:


E a Embrapa também vai tratar de peixe no Pint of Science virtual. A pesquisadora Patrícia Chicrala vai responder à pergunta "Como comprar o peixe de qualidade?". Na sequência, um pequeno vídeo sobre o assunto:

Já no segundo dia teremos apresentações sobre o Jornalismo policial na Tv regional, Narrativas de mulheres negras no You Tube e Mulheres brasileiras: espaço público e político.

E fechando o ciclo teremos pesquisas que envolvem cinema, meio ambiente, arte e saúde, começando com o estudo O mistério do Globo Ocular: Memória, cinema e meio ambiente, depois teremos Graffiti, comunicação e antropologia da arte: os indígenas no spray de Crânio e Raiz, e finalizando com Pesquisas sobre Covid-19 no Tocantins.

A programação de Palmas será transmitida pelo Canal do Youtube UFT Oficial https://bit.ly/3hSON15 e a nacional acontecerá no Canal do Pint of Science Brasil no Youtube: http://bit.ly/pintbr2020.

Sobre esta edição:

O Brasil é o país com o maior número de participantes em todo o mundo: inicialmente, 183 cidades estavam confirmadas para realizar o festival presencial, que seria em maio, mas foi cancelado. No total, 11 países participam do  Pint Online, em setembro.

Para o diretor nacional do Pint of Science Brasil, o doutor em Microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP), Luiz Gustavo de Almeida, o Pint Online com programação nacional e em várias cidades servirá de laboratório para outros eventos futuros de divulgação científica. “Queremos dar o maior suporte possível para que os coordenadores locais se mantenham motivados em continuar ajudando a divulgar a ciência”, diz.